04 fevereiro, 2010

Da Luz dos Olhos à Janela da Alma III


Imagem by Google

Quartet0 III - Da Inutilidade das Palavras
Cau Alexandre


Na hipnose das horas as palavras fluem dos olhos
Paredes brancas rabiscadas de uma história há muito escrita
Esquecida, transbordante, redudante, profudamente dita
Nos vincos que cavou no rosto, a certeza incolor: viveu!

*Dedicado à minha mãe - Edite de Alcântara


PENSAMENTO Nº3
Passamos a vida tentando encontrar as palavras certas para dizer às pessoas certas como certamente nos sentimos. Ao longo desta mesma vida descobrimos que as pessoas certas, afinal, são aquelas que nos entendem quando não dizemos nada... simplesmente falamos com o olhar!

Cau Alexandre

Um comentário:

  1. Na semana passada (foi na semana passada?), discutimos, eu e você a origem da palavra escrita e falada com foco em gênese (aquela velha história de quem nasceu primeiro...) Então, você vem com três quartetos lindos, três pensamentos profundos que me fazem perceber que no princípio era o silêncio e que ele se escreve, tanto quanto a palavra.

    Beijos, Minha Alma Em Corpo Alheio!

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