Voar, voar, subir, subir.
E por onde for,
Descer até o céu cair
Ou mudar de cor,
Anjos de gás,
Asas de ilusão
E um sonho audaz,
Como um balão...
(Biafra - Sonho de Ícaro)
No Player

Imagem: Google
Entãoooooooo... Voltei!Eu adorei tudo, como adoro todo ano, mas devo confessar, esse ano estava tudo mais organizado, bonito, aconchegante, uma festa pro povo que prestigiou o acontecimento.
Os shows de Dominguinhos (o homenageado do ano) e de Cesar Camargo Mariano foram marcas incontestáveis da junção do nordeste com o bom gosto da nossa música brasileira. Artur Menezes e os Caras foi a prova da marca jovem desse festival de blues e jazz pra todos os gostos e fizeram a tarde de domingo algo assim delicioso, chuvinha fina, frio e muito blues do bom com direito até a Hendrix tocado com os dentes (risos).
Mas foi realmente na terça-feira (24) que tudo o brilho de Guara veio aos nossos olhos. Um dia quente, quente de nos fazer suar que pudemos usufruir da presença fenomenal de Toots Thielemans. Irreverente, animado, sorridente, um doce e uma competência sem par dessa lenda do Jazz e do Blues. Tanto no ensaio como no show foi algo inesquecível. Conversando com o público através das músicas (como Wave e Garota de Ipanema) e do interprete, esse Belga simpático, de cabelos grisalhos e um jeitinho moleque bem brasileiro ainda nos agradeceu por toda a música brasileira. Falando seriamente... eu simplesmente me apaixonei por esse senhorinho... e pela música? Ah! isso já era incontestável!
Que mais aconteceu na terça? Um cortejo mais que animado comandado pela Dixie Square Jazz Band... foi algo assim magnífico, fechando a tarde com muito calor, dança e uma animação sem igual.
No Player
Robbie Williams - Eternity
UMA EXPLICAÇÃO!
Tenho estado ausente do Mar®, eu sei... e vocês devem ter notado.
Desde o início desse ano tenho procurado cada vez pôr aqui escritos meus. De uma hora pra outra resolvi atender pedidos não só de amigos, mas de mim mesma, numa ânsia de deixar fluir minhas palavras que escorriam pelos dedos e transformavam-se em contos, crônicas, poemas ou reflexões. Nada fácil, tendo em vista meu trabalho que me obriga a ser um tanto severa na análise de qualidade de alguns textos lidos. É algo viciante, e que não deixa ninguém impune... nem mesmo eu.
Mas eu permiti-me... e tenho adorado isso.
Sei que não é, pra mim, algo simples a fazer, mas faço com um prazer imenso.
Entretanto, não é sempre que se está disposto, seja lá ao que for. Há momentos e 'momentos'. E esse é um momento de silêncio pessoal meu.
As férias trouxeram à tona assuntos urgentes a serem resolvidos, dentro e fora de mim e desta forma tenho estado ausente, não só do Blog, como também dos blogs dos amigos... e isso me deixa irremediavelmente triste. Gosto de dividir com vocês as minhas impressões (mesmo que imperfeitas e vagas) das sensações que os escritos de cada um têm em mim.
Sinto falta de lê-los...
De qualquer forma, quero que saibam que adoro poder ir no blog de cada um, partilhar, dividir, somar meu comentário... sempre me enriqueço. Mas não é este o meu momento pra isso.
Agradeço aos que permanecem leitores do Mar® mesmo sem a cordial recíproca.
Digo a vocês que em breve (eu espero) eu volte a visitá-los e comentar seus posts e textos... mas até lá fico quieta... falo por 'boca de outros', e deixo aqui minhas sinceras desculpas pela minha ausência junto a vocês.
Beijos
Cau
E quem vive diz:
- Há uma hora em que tudo começa e uma em que tudo termina.
Resta aproveitar o intervalo.
etc... etc... etc...
por Cau Alexandre
Há coisas que quero dizer e não sabia exatamente como.
E como diz o ditado: 'Na vida nada se cria, tudo se copia'.
Pegar o 'molde' alí, num blog amigo.
¬¬
No player
Seu Jorge & Ana Carolina - Chatterton
Seguindo o 'desafio' que a Dri passou-me...
Como não gosto de definir-me, isso não deve ajudar muito. Seria mais uma (In)definição do que eu seja... ou parte.
"Quero apenas cinco coisas...
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera
para que continues me olhando."
Pablo Neruda